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Saúde

Você já usou alguma caneta emagrecedora? Veja os resultados da enquete do mês

Sinal dos tempos: quase metade dos respondentes da nossa enquete do mês já fez uso de alguma caneta emagrecedora — termo que não agrada aos médicos, mas virou sinônimo dessa classe que revolucionou o tratamento da obesidade.

Considerando os resultados da nossa pesquisa informal, e que cerca de 30% da população brasileira se enquadra nos critérios diagnósticos da doença crônica, dá para ter ideia de quanto essas drogas se popularizaram para além de suas indicações formais.

Pois é. Por um lado, a ciência não para de descobrir outros benefícios da categoria, e novas moléculas prometem perdas de peso ainda mais expressivas no futuro. Por outro, dispara o uso para perder “só uns quilinhos” e a venda de versões irregulares em um mercado paralelo que já é maior que o oficial.

Abordamos as duas faces dessa história nas reportagens de capa da edição de julho de VEJA SAÚDE. Clique aqui para ler a matéria sobre a próxima geração das canetas e aqui para ler nossa investigação sobre o perigo das canetas clandestinas oriundas do Paraguai.

(Ilustração: Felipe Del Rio Gráfico: Editoria de arte/Veja Saúde/Veja Saúde)

Palavra do leitor

Uma informação da qual senti falta na matéria foi a questão da patente da tirzepatida. Além das diferenças regulatórias entre medicamentos produzidos no Paraguai e aqueles registrados pela Anvisa, existe também um ponto jurídico importante: a molécula da tirzepatida é protegida por patente da Eli Lilly. Seria interessante esclarecer aos leitores que a ausência de outras tirzepatidas aprovadas no país não envolve apenas questões de qualidade ou exigências da Anvisa, mas também a proteção intelectual da molécula e as regras de propriedade industrial.

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Mariana Gondi, via Instagram, sobre a matéria A Máquina das Picadas Irregulares (ed. 529)

Bom ponto, Mariana! Agradecemos o toque e reforçamos o recado aos leitores. Versões de insumos protegidos por patente não podem ser comercializadas no Brasil.

Ludopatia não é brincadeira. É uma doença grave que destrói famílias, compromete a saúde mental e já esteve relacionada a casos de pessoas que perderam a própria vida.
Rejane Brito, via Instagram, sobre a matéria O Vício da Vez (ed. 529)

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Os três posts mais curtidos do nosso Instagram em julho

Três cards de notícias virais da Veja Saúde. O primeiro mostra mãos brindando com garrafas de cerveja e o título A droga mais nociva é também a mais incentivada. O segundo, em um celular, exibe uma ilustração do útero e o texto O maior estudo genético já feito sobre endometriose analisou 1,4 milhão de mulheres. O terceiro card apresenta uma orelha com pontos e ondas sonoras, e o título Dor de ouvido em voo: saiba o que fazer
Clique na imagem para ampliar (Instagram/Reprodução)

A droga mais nociva para a sociedade

O vídeo da engenheira química Camille Elis Ritzmann Stratmann repercute um estudo publicado no renomado periódico The Lancet, que avaliou mais de 20 substâncias nocivas e concluiu que o álcool é a que mais gera prejuízos. Pauta importante e subestimada.

https://www.instagram.com/reel/Dav4ubrTMIY/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=NTc4MTIwNjQ2YQ==

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As raízes genéticas da endometriose

O carrossel traz os destaques de uma pesquisa que investiga alterações do DNA ligadas à doença ginecológica que está sendo cada vez mais compreendida pela ciência. As seguidoras engajaram em peso e pediram mais conteúdos sobre o assunto.

Tímpano perfurado no avião

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A atriz Sandra Silva compartilhou em suas redes o momento em que seu tímpano (estrutura do ouvido) sofre um trauma durante um voo. E o otorrinolaringologista Rafael Carvalho explica por que isso acontece e como evitar incidentes dolorosos como esse.

Dieta anti-inflamatória: um esclarecimento

Na postagem sobre a endometriose mencionada acima, recomendamos às mulheres que sofrem com a doença que adotem uma dieta “anti-inflamatória”.

O uso do termo foi criticado (e com razão) nas redes, pois não existem alimentos capazes de, sozinhos, agirem como anti-inflamatórios e o termo é deturpado em correntes de desinformação.

No contexto dessa fala, “dieta anti-inflamatória” consiste em uma alimentação com menos alimentos ultraprocessados, carne vermelha, açúcar e bebidas alcoólicas, considerando que pessoas com endometriose têm tendências a alterações intestinais.

Leia mais: Dieta anti-inflamatória: ciência ou moda?

Fonte

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