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Vídeo: o que Kirk dizia para os autistas

 

Um jovem que se apresentou como autista, mas sem diagnóstico clínico formal, dirigiu-se ao ativista conservador Charlie Kirk durante um recente evento público. Ele contou que, embora não visse no autismo uma grande limitação, ainda precisava de ajuda em alguns aspectos e não gostaria de se prejudicar pela condição. Na sequência, perguntou a Kirk que conselho daria a universitários na mesma situação.

Kirk, de 31 anos, respondeu com elogios à postura do jovem. Disse que ele deveria ser aplaudido por não permitir que um diagnóstico se transformasse em um rótulo capaz de dominar sua vida. O ativista ressaltou que o autismo não deve ser visto apenas como algo negativo, mas também como um “superpoder”.

Kirk: autistas são mais criativos e bem-sucedidos

Segundo Kirk, pessoas com autismo de alto funcionamento podem apresentar grande capacidade de concentração em tarefas, chegando a dedicar horas seguidas com alto nível de desempenho. Ele citou ainda exemplos de colegas na organização conservadora Turning Point USA que, apesar de ouvirem desde cedo que o autismo seria uma deficiência, se mostraram alguns dos profissionais mais criativos e bem-sucedidos.

O ativista acrescentou que o jovem deveria enxergar o autismo não como uma deficiência, mas como um superpoder a se realizar.

Fundador da Turning Point USA e uma das vozes mais influentes do conservadorismo norte-americano, Kirk foi assassinado na última quarta-feira, 10. O estudante Tyler Robinson, de 22 anos, o matou com o tiro de um rifle. O disparo se deu a quase 200 metros de distância.

Via Revista Oeste

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