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Projeto de Romário reconhece futevôlei como esporte oficial

A Comissão de Esporte do Senado aprovou dois projetos de autoria de Romário (PL-RJ) que reconhecem oficialmente o futevôlei e a altinha como modalidades esportivas. As duas práticas surgiram nas praias do Rio de Janeiro, nos anos 1960, e hoje estão presentes em várias regiões do país.

Ambas as iniciativas receberam parecer favorável do senador Chico Rodrigues (PSB-RR). De acordo com ele, os projetos podem estimular o turismo esportivo e a economia do entorno de praças, parques e praias onde há a prática do futevôlei e da altinha.

A votação na comissão teve caráter terminativo, o que permite o envio direto das propostas para a Câmara dos Deputados.

Romário defende inclusão olímpica do Futevôlei

Segundo o PL 423/2025, deverá haver a promoção e facilitação da prática do futevôlei, por meio de espaços públicos adequados para a sua prática, como parques, praças e praias. De acordo com o projeto, também deverão ocorrer eventos esportivos e culturais que incentivem a prática e a divulgação da modalidade, além da capacitação de monitores e treinadores para a orientação de iniciantes.

Senador Romário joga futvôlei
Senador Romário joga futevôlei | Foto: Reprodução/ Redes sociais

O texto determina ainda que deverá haver o incentivo da prática, por meio de parcerias com instituições de ensino e campanhas. Além disso, deverá haver parcerias com organizações esportivas e sociais para a promoção do futevôlei em comunidades carentes.

“As areias de Copacabana deram ao mundo um esporte único”, disse Romário sobre o futevôlei. “Meu sonho é ver esse espetáculo reconhecido também nos Jogos Olímpicos. Se o skate e o surfe conquistaram seu espaço, não tenho dúvida de que o futevôlei também pode chegar lá.”

Já o PL 434/2025 prevê a inclusão de espaços públicos para a altinha em praças, parques e praias; realização de eventos esportivos e culturais que incentivem a prática; capacitação de monitores e treinadores; parcerias com escolas para a inclusão do esporte nas atividades extracurriculares; e parcerias com organizações esportivas e sociais para a promoção da altinha em comunidades carentes.



Via Revista Oeste

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