O ministro das Cidades, Jader Filho, deverá prestar informações sobre a pasta em audiência na Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) do Senado. A reunião será na próxima terça-feira, 7.
A audiência com o ministro foi solicitada pela presidente do colegiado, senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO). O encontro terá como foco as diretrizes, os desafios e as oportunidades das políticas de integração nacional e desenvolvimento regional, além das ações estratégicas da pasta.

Para Dorinha, a presença do ministro será uma oportunidade de diálogo aprofundado com os parlamentares: “A partir da avaliação dos programas e projetos em andamento, do debate sobre os desafios da implementação das políticas públicas urbanas e habitacionais e das iniciativas de incentivo ao turismo urbano, poderemos avançar na busca por soluções mais eficazes”.
Em agosto, a CDR já havia promovido uma audiência para discutir as políticas do setor de turismo, com destaque para a ascensão do Brasil no cenário internacional e a importância de garantir um crescimento econômico equilibrado e sustentável.
Ministro da Defesa no Senado

Nesta semana, o ministro da Defesa, José Mucio participou da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado. Em tom de alerta, ele expôs as dificuldades estruturais enfrentadas pelas Forças Armadas e cobrou apoio dos parlamentares para assegurar mais previsibilidade orçamentária ao setor.
“Nós não somos nada em relação ao tamanho do país”, afirmou o ministro, ao destacar a disparidade entre as dimensões do Brasil e a capacidade atual de defesa.
Em seguida, Mucio foi ainda mais incisivo: “Falta combustível, falta peça, falta munição. Nós temos 30 dias de munição, mas se o inimigo voltar outra vez, nós não temos nada o que fazer”.
O integrante do alto escalão afirmou que a Defesa nunca foi tratada como prioridade pelos diferentes governos e que o país segue sem planejamento de longo prazo. “Na minha visão, o Brasil precisa de união”, disse. Para ele, é necessário adotar “soluções racionais” e pensar “mais nas futuras gerações do que, propriamente, nas futuras eleições”.