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Carlos questiona Justiça e revela quadro clínico do pai

O vereador carioca Carlos Bolsonaro (PL) destacou, nesta quinta-feira, 28, a diferença de tratamento entre seu pai, Jair Bolsonaro, e outros condenados pela suposta tentativa de golpe. Em suas redes sociais, ele elencou uma série de doenças crônicas que afetam o ex-presidente, preso, desde o sábado 22, na Superintendência da Polícia Federal em Brasília.

Carlos afirmou que a defesa de Bolsonaro entregou ao Supremo Tribunal Federal (STF) documentos médicos que listam inúmeras condições de saúde.

Nesse sentido, o texto menciona refluxo gastroesofágico com esofagite, hipertensão, doença aterosclerótica do coração, obstrução e estreitamento das carótidas, apneia do sono e carcinoma de células escamosas — um tipo de câncer de pele.

O vereador carioca afirmou que o ex-presidente sofre com episódios constantes de soluço, refluxo e vômitos. Segundo ele, Bolsonaro precisa de medicamentos que atuam no sistema nervoso central para controlar os sintomas.

Além disso, Carlos comparou o caso ao do general Augusto Heleno, que informou ao Exército Brasileiro que sofre de Alzheimer desde 2018. O vereador citou uma reportagem da CNN Brasil que mostra que a Procuradoria-Geral da República se manifestou favoravelmente ao pedido de prisão domiciliar para o militar.   

Carlos e Flávio relatam episódios que agravam tensão sobre saúde

Também no X, Carlos disse que médicos atenderam Bolsonaro na tarde desta quinta-feira, 27. Segundo ele, o ex-presidente apresentou novos episódios de soluços e refluxos dentro da unidade prisional.

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, decidiu que o ex-presidente deve permanecer preso na Superintendência da PF. Depois de visitar a carceragem, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disse à imprensa que a situação preocupa os familiares.

“Ele teve crise de soluço, e fico preocupado por isso”, afirmou Flávio. O parlamentar também ressaltou que o pai prefere refeições entregues pelos parentes, por desconfiar da procedência dos alimentos servidos na unidade prisional.



Via Revista Oeste

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