TSE reconhece falha que deixou propaganda de Flávio Bolsonaro sem áudio na TV

Programa de Lula foi corrigido antes de ir ao ar; Justiça Eleitoral anunciou a reexibição da propaganda de Flávio, mas não informou quando.

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Flávio Bolsonaro usando paletó escuro e camisa branca diante de fundo azul durante convenção do PL.
Flávio Bolsonaro durante convenção do PL, em julho de 2026. O TSE reconheceu falha técnica que deixou sua propaganda eleitoral sem áudio na televisão. | Foto: Marina Uezima/Reuters

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reconheceu, nesta segunda-feira, 12, uma falha técnica que deixou sem áudio a propaganda eleitoral do senador Flávio Bolsonaro (PL), exibida na televisão durante o horário eleitoral gratuito. O problema também atingiu o material de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mas foi corrigido antes da transmissão do programa petista.

Em nota, o TSE informou que o erro ocorreu no Pool de Mídias, durante a finalização dos arquivos destinados ao bloco eleitoral das 13h. Nessa etapa, os áudios das propagandas dos dois candidatos não foram carregados corretamente.

Como o programa de Flávio Bolsonaro era o primeiro na sequência de exibição, acabou sendo transmitido sem som. A equipe técnica conseguiu solucionar o problema antes da veiculação da propaganda de Lula, que foi apresentada normalmente.

O tribunal anunciou que a propaganda de Flávio será reexibida para compensar a falha, mas não divulgou a data nem o horário da nova transmissão.

Flávio Bolsonaro questiona falha e desconfia de coincidência

O candidato do Partido Liberal reagiu ao episódio em um vídeo publicado no Instagram. Flávio questionou a explicação de falha técnica e levantou suspeitas sobre a diferença entre a transmissão de sua propaganda e a do adversário.

“O do Lula tava com som tudo aqui, mas o meu transmitido sem som”, afirmou o senador. “Você acredita em coincidência? Cara, não. Não acredito.”

Na manifestação, Flávio Bolsonaro também pediu aos seguidores que compartilhassem o material de sua campanha nas redes sociais, para ampliar o alcance da propaganda que não pôde ser ouvida pelos telespectadores.

O TSE atribuiu o episódio a um problema técnico no processamento dos arquivos. A Corte informou que o material foi corrigido e confirmou a reexibição do programa, sem estabelecer um novo horário.

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