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Professora demitida na Escócia por posição pró-vida

Professora demitida na Escócia por posição pró-vida

Sarah Morse, de 66 anos, acionou a Justiça contra a Arbroath High School, na Escócia, alegando discriminação religiosa. A professora católica foi desligada sumariamente em novembro de 2025 após declarar ser contrária ao aborto ao ser questionada por um aluno durante uma atividade em sala.

O que motivou a demissão imediata da professora?

O desligamento ocorreu horas depois de Sarah Morse responder à pergunta de um estudante em uma aula de história. Ao ser questionada sobre sua visão pessoal a respeito do aborto, ela afirmou ser uma católica romana fiel e que, por isso, era contra a prática. A professora ressalta que em nenhum momento tentou convencer os alunos a adotarem sua opinião, mas foi demitida por expressar sua identidade religiosa quando provocada pelo debate em sala de aula.

Qual é o argumento da ação judicial movida por ela?

Apoiada pela Sociedade para a Proteção de Crianças Não Nascidas (SPUC), Sarah processa o Conselho de Angus por discriminação. Ela argumenta que ser ‘cancelada’ e perder o sustento devido à sua fé estabelece um precedente perigoso para a liberdade de expressão dos professores na Escócia. A defesa sustenta que o direito de manifestar posições pró-vida deve ser garantido em ambiente profissional, sem que isso resulte na perda automática do emprego.

Como está a situação da segurança dos cristãos no Egito?

A hostilidade religiosa voltou a subir na província de Minya. Recentemente, extremistas atacaram coptas (cristãos egípcios) na aldeia de al-Tal al-Qibliya, cortando a energia de uma igreja e danificando veículos. Políticos locais e líderes religiosos apontam que as respostas policiais não são suficientes, defendendo a criação de uma comissão antidiscriminação e reformas na educação para enfrentar as raízes ideológicas desses ataques sectários.