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Prefeito socialista de Nova York incentiva boicote ao Starbucks

A paralisação de funcionários da Starbucks nos EUA ganhou novo alcance nesta sexta-feira, 14, quando o prefeito eleito de Nova York, Zohran Mamdani, pediu que consumidores evitem a rede enquanto durar o impasse trabalhista. O apelo ocorreu no mesmo dia em que o sindicato da categoria iniciou uma greve sem prazo para terminar.

O Starbucks Workers United informou que trabalhadores de várias regiões aderiram à greve. A entidade avisou que pretende manter a paralisação até que a empresa avance nas tratativas por um acordo. A ação coincidiu com o Red Cup Day, data de grande movimento nas lojas por causa da distribuição de copos reutilizáveis.

Depois de campanha woke, Starbucks perde o apoio da esquerda

Mamdani escreveu nas redes sociais que deixará de frequentar a rede durante a greve. Ele pediu que seus seguidores façam o mesmo para fortalecer o movimento. O político venceu a eleição de 4 de novembro, meses depois de superar Andrew Cuomo nas primárias e novamente na disputa final.

A mobilização reacendeu críticas à comunicação institucional da Starbucks. Em 2023, uma campanha veiculada na Índia mostrou uma mulher trans sendo chamada pelo nome social ao retirar o pedido. A peça viralizou, alcançou milhões de visualizações e gerou forte divisão. Parte do público aprovou a mensagem. Outro grupo acusou a marca de impor valores externos ao país e pediu boicote.

O desgaste retornou nesta semana. Jason Miller, ex-estrategista do presidente Donald Trump, afirmou que a empresa acreditou que uma postura mais “woke” a protegeria de reações duras, mas enfrentou o contrário.



Via Revista Oeste

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