Hydhino Davy Gomes Lima, de 11 anos, foi encontrado morto e esquartejado na manhã deste sábado (17), quatro dias depois de desaparecer, no bairro Parque Universitário, zona Leste de Teresina. Os restos mortais da criança estavam em diferentes pontos de um terreno pertencente a uma fábrica de ração, incluindo uma cova rasa e um bueiro.
O menino estava desaparecido desde terça-feira (13). A descoberta mobilizou equipes policiais e periciais, que foram chamadas ao terreno para examinar os locais onde os restos mortais foram encontrados.
Moradores relatam outras covas no terreno
Além dos locais onde estavam os restos mortais de Hydhino, moradores afirmam que existem diversas covas abertas na área. Eles descreveram o terreno como um possível “cemitério a céu aberto”.
Não há confirmação de que essas outras cavidades contenham restos mortais. A informação depende de verificação pelas autoridades responsáveis pela investigação.
Relatos apontam possível vingança, ainda sem confirmação
A autoria e a motivação do assassinato permanecem desconhecidas. Informações preliminares levantam a hipótese de que a criança tenha sido vítima de uma punição imposta por criminosos, prática conhecida como “tribunal do crime”. Essa versão não foi confirmada pela polícia.
Familiares relataram que já haviam alertado Hydhino sobre os riscos de uma possível aproximação com pessoas envolvidas em atividades criminosas. O relato não comprova participação do menino em qualquer crime.
Outra informação preliminar aponta que ele teria sido abordado anteriormente pela polícia e fornecido informações sobre terceiros, o que poderia ter provocado uma vingança. Não há confirmação oficial de que isso tenha ocorrido ou de que exista relação com o assassinato.
Também surgiu o relato de que dois meninos teriam sido sequestrados, sendo um deles posteriormente encontrado morto. As circunstâncias desse suposto sequestro não foram confirmadas pelas autoridades.
DHPP ficará responsável pela investigação
Equipes da Polícia Científica do Piauí, do Instituto de Medicina Legal (IML), da Polícia Militar do Piauí e do Corpo de Bombeiros Militar do Piauí foram acionadas para atender à ocorrência.
O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), unidade da Polícia Civil do Piauí, ficará responsável pela investigação. Até as últimas informações disponíveis neste sábado, não havia confirmação da identidade dos responsáveis nem da motivação do crime.
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