Mais uma vez, o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, decidiu antecipar a celebração do Natal. A data religiosa, feriado em todos os países cristãos, será em 1º de outubro, segundo decreto do ditador. Ele já tinha antecipado o Natal em 2024, depois de ser declarado reeleito pelo regime nas eleições fraudadas de julho, segundo observadores internacionais.
Neste ano, o contexto da antecipação da celebração do Natal é a tensão com os Estados Unidos, que declararam Maduro chefe de uma organização criminosa de tráfico de drogas (o Cartel de los Soles) e não o reconhecem como presidente venezuelano.
O governo dos EUA oferece recompensa de US$ 50 milhões por informações que levem à captura do ditador. Além disso, os EUA enviaram ao Caribe, perto da costa da Venezuela, navios de guerra para operações de combate ao tráfico.
Maduro justifica Natal antecipado
Maduro defende que instituir o Natal antecipado “é a forma de defender o direito à felicidade, o direito à alegria”. E conclui: “Ninguém no mundo vai nos tirar o direito à felicidade, à vida e à alegria”, afirmou, conforme a fonte da matéria.
Sobre as acusações dos EUA, autoridades venezuelanas dizem que se baseiam em “mentiras e ameaças”.