A Agenda Teresina 2030 reuniu, nesta segunda-feira (07), representantes de diversas secretarias da Prefeitura de Teresina para discutir o DUI-RDD Cidades, projeto de construção de um manual de intervenções urbanas voltado à redução de riscos de desastres geo-hidrológicos a partir do fortalecimento das estratégias de planejamento urbano integrado voltadas e do desenvolvimento de novas metodologias, tecnologias e práticas inovadoras nos territórios selecionados. O projeto é desenvolvido pela Fiocruz e pelo Ministério das Cidades.
Participaram do encontro representantes da SDU (Superintendência de Desenvolvimento Urbano) Norte, Secretaria Municipal de Defesa Civil, Secretaria Municipal de Meio Ambiente e as equipes de drenagem e das Superintendências Executivas de Planejamento Urbano e de Captação de Recursos e Monitoramento, ambas da Semplan.
A capital participa do DUI-RDD Cidades através da Agenda Teresina 2030, coordenação vinculada à Semplan que tem como função integrar a cidade à pauta da sustentabilidade, às estratégias e planejamento voltados à adaptação e mitigação da cidade à crise climática.
“Estamos participando das oficinas que estão sendo promovidas pela Fiocruz e pelo Ministério das Cidades e, agora, estamos reunindo esses órgãos da gestão municipal para alinharmos as informações para que possamos construir um projeto que renda frutos ao planejamento urbano integrado de Teresina. Ficou definido que faremos o projeto com foco na Lagoa dos Oleiros, que é uma lagoa que recepciona as águas das demais lagoas da zona norte e, por uma questão de engenharia, precisa ser trabalhada para mitigar efeitos hidrológicos”, afirma Leonardo Madeira, coordenador da Agenda Teresina 2030.
Teresina é uma das 12 cidades brasileiras participantes do DUI-RDD Cidades. A seleção levou em conta critérios como: disponibilidade de infraestrutura e capacidade técnica e operacional, avaliação de iniciativas já existentes, diagnóstico das áreas de risco geo-hidrológico, arranjos intersetoriais, organização de gestão participativa com a comunidade, propostas de intervenção baseadas nos princípios de resiliência urbana e sustentabilidade e capacidade para replicar a metodologia para outros contextos municipais.