Uma pesquisa realizada pela Fundação para os Direitos Individuais e a Expressão junto com o College Pulse entre 257 faculdades e instituições de ensino dos Estados Unidos mostrou que um estudante em cada três considera aceitável o uso da violência para interromper um discurso no campus.
O levantamento, que é o estudo mais abrangente sobre a liberdade de expressão nas universidades americanas, mostra ostra um declínio contínuo no apoio à liberdade de expressão entre todos os estudantes, chegando ao número recorde de jovens que justificam a brutalidade para censurar que pensa diferente.
Estudantes de todas as convicções políticas demonstram uma profunda relutância em lidar com ideias controversas.
“Mais estudantes do que nunca consideram a violência e o caos alternativas aceitáveis ao protesto pacífico”, disse Sean Stevens, Consultor Chefe de Pesquisa da Fundação, “Essa descoberta transcende as linhas partidárias. Não é um problema liberal ou conservador — é um problema americano. Os estudantes veem o discurso ao qual se opõem como ameaçador, e suas respostas exageradas contribuem para um clima político volátil”.
Foram coletadas 68.510 respostas de estudantes a uma ampla gama de perguntas relacionadas à liberdade de expressão.
Pesquisa sobre universidades divulgada antes da morte de Charlie Kirk
A pesquisa foi publicada poucas horas antes do assassínio de Charlie Kirk no campus da Universidade de Utah e em um momento notável para a liberdade de expressão nos campi universitários.
Confrontos sobre o conflito israelense-palestino, um ativismo estudantil cada vez mais agressivo e o escrutínio persistente do governo Trump sobre o ensino superior.
Entre as faculdades mais “censuradoras” estão a Universidade de Nova York, a Universidade de Washington e a Universidade de Columbia. Todas com políticas restritivas do livre debate e palco de alguns dos momentos mais chocantes contra a liberdade de expressão do ano passado, incluindo ameaças à liberdade de imprensa , cancelamentos de palestrantes e a repressão de protestos estudantis.
Apenas 36% dos estudantes disseram que era “extremamente” ou “muito” claro que a administração da universidade protege a liberdade de expressão no campus. Por outro lado, 53% dos estudantes afirmam que o conflito israelo-palestino é um tema difícil de discutir abertamente no campus.
A Fundação para os Direitos Individuais e a Expressão é uma organização apartidária e sem fins lucrativos dedicada a defender e sustentar os direitos individuais de todos os americanos à liberdade de expressão e de pensamento — as qualidades mais essenciais da liberdade.