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Sem Brasil, EUA anunciam força-tarefa para combater o crime

Como o narcotráfico se adaptou às ofensivas de Trump? Novas rotas e táticas

O Exército dos EUA lançou nesta semana a Força-Tarefa Conjunta do Hemisfério Ocidental com os 18 países que compõem sua coalizão contra o crime organizado nas Américas, marcando uma transição da Operação Lança do Sul, que envolvia o bombardeio de embarcações suspeitas de tráfico de drogas.

O Comando Sul dos EUA (Southcom), com sede em Miami, anunciou em um comunicado que a aliança visa “aumentar a eficácia operacional contra ameaças que prejudicam a segurança regional e impactam os EUA” e seus aliados, bem como fortalecer a resposta a emergências e crises humanitárias.

O novo grupo de trabalho será composto pelos EUA e pelos países que assinaram a aliança Escudo das Américas em março: Argentina, Bolívia, Costa Rica, República Dominicana, Equador, El Salvador, Guiana, Honduras, Panamá, Paraguai e Trinidad e Tobago. O Brasil ficou de fora da parceria.

Após o evento, Bahamas, Belize, Chile, Guatemala, Jamaica e Peru também aderiram, juntamente com o presidente eleito da Colômbia, Abelardo de la Espriella.