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Países reagem à tarifa de Trump sobre trabalho forçado

Países reagem à tarifa de Trump sobre trabalho forçado

Vários países e a União Europeia estão se manifestando contra a nova tarifa imposta pelo governo dos Estados Unidos a 60 economias, incluindo o bloco europeu, sob a alegação de que não fazem o suficiente para coibir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado.

A nova sobretaxa, que vai de 10% a 12,5% (caso do Brasil), se baseia na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974 e foi anunciada na quinta-feira (23), embora preveja várias isenções.

Os visados representam os 60 principais parceiros comerciais dos EUA e respondem por 99,4% das importações americanas.

“Essas tarifas são injustificadas, incompatíveis com nosso acordo de livre comércio e devem ser removidas”, disse o ministro do Comércio da Austrália, Don Farrell, em um comunicado. “As medidas da Austrália para combater o trabalho forçado e a escravidão moderna estão entre as mais rigorosas do mundo, e somos reconhecidos globalmente, inclusive nos EUA, por nossa liderança.”