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Marcos L Susskind — A maldição do sobrenome age também no Brasil

Existe uma crença que afirma que algumas famílias são marcadas por uma série de tragédias que se repetem ao longo das gerações. O nome disso é “maldição do sobrenome” e é parte do pressuposto que um sobrenome pode trazer uma maldição que leva a problemas de saúde ou de comportamentos que se repetem naquela família.

Alguns casos são conhecidos mundialmente: a poderosa e milionária família Getty, do ramo do petróleo, é marcada por mortes, escândalos e violência; a família Kennedy tem as mortes trágicas que também se repetem com os Johnson’s, donos da poderosa Johnson & Johnson; o grande número de assassinos com o sobrenome Wayne; as mortes de inúmeros jovens na família Von Erich.

O Brasil, aparentemente, também tem pelo menos uma família que pode ser incluída nesta lista: a família Rousseff. No caso específico, felizmente, não se trata de mortes trágicas, mas de afirmações imbecis.

Já houve membro da família Rousseff que propôs estocar vento, saudar a mandioca e louvar as “mulheres sapiens”. Agora surge mais um “Rousseff iluminado” — o vereador petista Pedro Rousseff. O jovem, um mancebo de 25 anos, já acumula falas da mesma matriz de sua tia.

Ele já propôs moção de apoio a Alexandre de Moraes e apresentou projeto para ensinar crianças a identificar e combater fake news. Agora acaba de publicar na rede X a afirmação de que o responsável pelo fim da guerra na Faixa de Gaza foi Lula. Ele escreveu que “quem acabou com a guerra em Gaza chama-se Luiz Inácio da Silva! Trump ajudou a financiar a guerra.”

Pelo que entendi, o jovem que propõe lutar contra fake news usa exatamente fake news para promover o padrinho político da família. A estupidez e as afirmações imbecis realmente parecem ser uma “maldição de sobrenome”…


* Por Marcos L Susskind



Via Revista Oeste

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