Já fui nova, um ser crescente.
Hoje oscilo, por vezes cheia,
De faces, impasses, de fases,
Noutras sou minguante pingente.
Não se prenda à minha teia,
Sou de briga, faço as pazes.
Arranho, aranha, mulher de lua,
Finjo arder em seu fogo solar,
Me exponho em carne crua,
Mas não esquenta, só quero brincar.