Índices críticos de umidade atingem cidades do interior de São Paulo nesta terça-feira, 12, conforme alerta da Defesa Civil. Os municípios de Barretos, Franca e Ribeirão Preto podem registrar apenas 11% de umidade, enquanto Araçatuba e São José do Rio Preto podem chegar a 13%, níveis considerados situação de emergência pela Organização Mundial da Saúde.
No dia anterior, 78 municípios receberam alertas por SMS devido à baixa umidade, que variou de 13% a 29%. Entre os locais mais afetados, Ituverava marcou 13%, Tambaú ficou em 16,7%, Mococa atingiu 18,1%, Jeriquara apresentou 18,4% e Pedregulho chegou a 19%. Por outro lado, General Salgado, São Pedro, Brodowski, Nhandeara e Promissão registraram os maiores índices, próximos de 29%.
A previsão aponta continuidade dos baixos índices no interior paulista até esta quarta-feira, 13, com tendência de elevação só a partir da quinta-feira 14, devido à aproximação de um sistema meteorológico na costa, embora a situação ainda exija atenção.

O mapa atual de umidade aponta observação em Serra da Mantiqueira, Vale do Ribeira e Região Metropolitana de São Paulo, com 40%. Baixada Santista e Litoral Norte chegam a 70%.
Áreas em atenção incluem Vale do Paraíba, Sorocaba, Campinas, Bauru e Araraquara, com 30%. Emergência foi decretada em Presidente Prudente, Marília, Barretos, Franca, Ribeirão Preto, Araçatuba e São José do Rio Preto.
Queda de umidade atinge Centro-Oeste e outros Estados
Além do interior paulista, a maior parte do Centro-Oeste sofreu com a queda severa de umidade nesta segunda-feira, 11, assim como algumas partes de São Paulo, Minas Gerais, Tocantins e Bahia.
Em casos críticos, o tempo seco pode causar ressecamento da pele, desconforto nos olhos, boca e nariz. Durante esse período, o Instituto Nacional de Meteorologia recomenda beber bastante líquido, usar hidratante para a pele promover a umidificação dos ambientes.
Atividades físicas não são recomendadas, assim como a exposição ao sol nas horas mais quentes do dia. Para mais informações, o aconselhado é ligar para a Defesa Civil, por meio do número 199, ou para o Corpo de Bombeiros, pelo número 193.