A Prefeitura de Teresina, por meio da Coordenação de Regularização Fundiária da Empresa Teresinense de Desenvolvimento Urbano (ETURB), segue com ações voltadas para garantir mais segurança jurídica à população. Nesta semana, a equipe de engenharia foi convocada para realizar o georreferenciamento de áreas que pertencem ao município, um levantamento topográfico essencial para dar maior agilidade ao processo de titulação de imóveis. O foco atual está na zona foreira da capital.
A atividade de campo foi executada pelos engenheiros agrimensor e cartógrafo, Felipe Cruz e Leonildo Furtado, que integram a coordenação. Esse trabalho técnico é considerado um passo fundamental para organizar o uso do solo, reduzir conflitos de posse e assegurar o direito à moradia para centenas de famílias.
Segundo o coordenador de Regularização Fundiária, Derivan Abreu Gonçalves, o georreferenciamento da zona foreira, representa um passo importante para Teresina. “A zona foreira é a região onde a cidade começou a ser implantada. Estamos realizando a demarcação dessa área por meio do georreferenciamento, um trabalho essencial para identificar os imóveis que nela estão inseridos e que precisam de regularização. Além disso, essa iniciativa é fundamental para o processo de revitalização do centro da cidade, promovendo mais organização e segurança jurídica para a população. Durante muito tempo, gestões anteriores deixaram essa região em segundo plano. Agora, nossa gestão busca enfrentar esses entraves e avançar na regularização fundiária. Para isso, além do trabalho técnico, mantemos diálogo constante com os cartórios de registro de imóveis e com o Tribunal de Justiça do Estado, a fim de construirmos, juntos, soluções técnicas e jurídicas que tragam mais segurança e benefício à população”, destacou.
O diretor-presidente da ETURB, Vicente Moreira Filho, reforçou que a gestão do prefeito Silvio Mendes tem colocado a preocupação com os que mais precisam com prioridade. “O prefeito Silvio sempre teve esse olhar humano, principalmente quando se trata de moradia. Esse processo é uma forma de dar segurança jurídica, tranquilidade e respeito às famílias que há anos sonham com o direito de ter sua casa regularizada. Essa é uma marca da gestão: cuidar das pessoas que mais precisam”, afirmou.
