Início Entretenimento Disney+ fica mais caro no Brasil após fusão com Star+ 

Disney+ fica mais caro no Brasil após fusão com Star+ 

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Como era esperado, o Disney+ revelou nesta quarta-feira (22) que a fusão com seu braço Star+ também irá alterar o preço da assinatura no Brasil. Conforme exibido em sua plataforma, agora o streaming terá dois planos: o Padrão por R$ 43,90 mensal e o Premium por R$ 62,90 mensal. 

O que muda nos planos do Disney+: 

  • Atualmente, o Disney+ possui o Plano Padrão, de R$ 33,90 mensal, que oferece acesso aos títulos da Disney, Pixar, Marvel, Star Wars e National Geographic, e o Combo+, que custa R$ 55,90 mensal e dá acesso às duas plataformas — este será extinto; 
  • O Plano Padrão terá os catálogos do Disney+ e do Star+ no mesmo app, com acesso aos canais ESPN e ESPN3; 
  • O Plano Premium terá, além dos catálogos do Disney+ e do Star+, o catálogo completo da ESPN (com os canais e eventos exclusivos); 
  • Vale lembrar que já começa a valer também o uso com limite de telas: no plano Padrão serão duas, no Premium serão quatro — é a tendência sobre bloquear compartilhamento de senhas iniciada pela Netflix; 
  • No Brasil, a fusão acontece oficialmente a partir de 26 de junho. 

 

A Disney anunciou no ano passado a fusão de seus dois serviços de streaming: o Disney+, voltado aos conteúdos Disney, Pixar, etc., e o Star+, com conteúdos dos antigos canais FOX e transmissões esportivas da ESPN. Com isso, todo o conteúdo do Star+ será migrado para o Disney+. 

O estúdio pontuou que os novos valores servem para novos e antigos assinantes. “O preço será reajustado a partir de 26 de julho de 2024 (com exceções), a menos que você altere ou cancele a assinatura atual. Os preços podem variar no caso de assinaturas cobradas por empresas parceiras”. 

Fim do compartilhamento de senhas no Disney+ 

Seguindo a Netflix, o Disney Plus adotou regras contra o compartilhamento de senhas em abril, conforme anunciado pelo CEO da empresa, Bob Iger. 

Na ocasião, o diretor antecipou que o estúdio começaria a cobrança a partir de junho em “alguns países e mercados” — incluindo o Brasil. Até setembro deste ano, o plano é que os novos preços e regras já estejam funcionando globalmente. Veja mais aqui! 

Via Olhar Digital

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