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segurança preso por tentar vender imagens

Um segurança terceirizado de 27 anos foi preso por suspeita de tentar vender imagens da explosão que matou nove pessoas em uma fábrica de Quatro Barras, no Paraná. As imagens eram do circuito de monitoramento da empresa Enaex Brasil. O homem tinha acesso às câmeras por ser funcionário de uma prestadora de serviços.

A Enaex declarou que não compactua com a atitude e que atua junto à empresa terceirizada e às autoridades para responsabilizar o funcionário. A companhia disse também que as gravações estão em posse exclusivamente da polícia.

Em depoimento, ele afirmou que queria R$ 5 mil pelas gravações. O segurança ofereceu o material para emissoras de TV da região, segundo a investigação policial. A prisão ocorreu no sábado 16.

O homem teve o celular apreendido, mas foi liberado depois de assinar um termo de compromisso. Ele vai responder por violação de sigilo profissional. A polícia não divulgou a identidade e informou que a atitude não prejudicou a investigação do ocorrido. As imagens e depoimentos seguem em sigilo.

Explosão de fábrica matou 9 pessoas

A explosão aconteceu por volta das 5h50 da terça-feira 12. Nove pessoas morreram e sete ficaram feridas. A Enaex, que produz explosivos para a indústria de mineração e construção civil, lamentou o acidente.

O material que provocou a explosão tem alto potencial destrutivo. O impacto abriu uma cratera de cerca de 25 metros quadrados.

A Prefeitura de Quatro Barras informou que a Enaex possui todas as licenças de funcionamento. Em nota, declarou solidariedade às famílias das vítimas e destacou que a empresa atua no município há 50 anos.

A fábrica produzia busters e outros materiais explosivos e mantinha equipes em funcionamento 24 horas por dia.



Via Revista Oeste

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