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Inmet emite alerta sobre onda de frio no Sul do país

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu novos alertas para queda brusca de temperatura e onda de frio no Sul do Brasil. O órgão prevê neve em cidades de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, além de ventos costeiros que devem atingir a região.

Como resultado, o Inmet classificou o alerta como laranja, indicando perigo para áreas do Sul, Sudeste e Centro-Oeste. As tempestades devem atingir partes de São Paulo, Paraná e Mato Grosso do Sul, com expectativa de chuvas de até 60 milímetros e ventos que podem alcançar 100 km/h.

O órgão alerta para risco de queda de árvores, cortes no fornecimento de energia, alagamentos e danos em plantações. Em Goiás e Belo Horizonte, por exemplo, a preocupação se volta para os baixos índices de umidade do ar.

Em contrapartida, o litoral do Nordeste está sob alerta amarelo para acumulado de chuva. O Inmet prevê precipitação de até 50 milímetros e risco de alagamentos e pequenos deslizamentos em áreas vulneráveis. As autoridades recomendam atenção redobrada e acompanhamento das atualizações meteorológicas nos próximos dias.

Inmet
Alerta Inmet | Foto: Reprodução/Inmet

No Hemisfério Sul, o inverno se iniciou na última sexta-feira, 20, às 23h42, e vai até 22 de setembro, às 15h19. Ao todo, o período deve ser marcado por pouca chuva nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e em áreas do Norte e Nordeste.

Já os maiores volumes de precipitação devem ocorrer no noroeste da Região Norte, no leste do Nordeste e em partes da Região Sul. A estação terá menor incidência de radiação solar e será notada pela chegada de massas de ar frio vindas do sul do continente.

As temperaturas médias devem ficar abaixo dos 22ºC no leste das regiões Sul e Sudeste. O frio pode provocar geada no Sul, Sudeste e Mato Grosso do Sul, além de queda de neve nas áreas serranas e planaltos da Região Sul.

Com as inversões térmicas no início do dia, serão comuns nevoeiros e névoa úmida no Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Os fenômenos podem reduzir a visibilidade, especialmente em rodovias, regiões serranas e aeroportos.

Via Revista Oeste

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