O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, nesta quinta-feira, 31, que o fim da crise na Faixa de Gaza depende da rendição dos terroristas do Hamas. O republicano também ressaltou a importância da libertação dos reféns.
“A maneira mais rápida de acabar com a crise humanitária em Gaza é o Hamas se render e libertar os reféns”, escreveu Trump na rede Truth Social.

“Líderes do Hamas serão caçados”, diz Trump
Na última sexta-feira, 25, Trump afirmou que os líderes do Hamas “serão caçados”. A declaração do republicano ocorreu depois do fracasso das negociações de cessar-fogo na Faixa de Gaza. “Hamas realmente não queria fazer um acordo”, disse, em declaração a jornalistas na Casa Branca. “Acho que eles querem morrer. E chegou a um ponto em que será preciso terminar o trabalho.”
O Estado judeu tem reagido aos pedidos de governos de outros países por um cessar-fogo. O ministro das Relações Exteriores de Israel, Gideon Saar, classificou os apelos como uma “campanha distorcida”.
Durante uma coletiva em Jerusalém na última terça-feira, 29, o israelense reforçou o posicionamento contrário a qualquer acordo enquanto os terroristas do Hamas estiverem no comando do território.
O otimismo de Netanyahu
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, por sua vez, está otimista em relação à vitória sobre os terroristas. No último domingo, 27, o premiê disse que o país continuará seus esforços militares até alcançar todos os objetivos de guerra, inclusive a eliminação dos terroristas do Hamas.

“Continuaremos a lutar”, declarou Netanyahu, durante visita à Base Aérea de Ramon, no Deserto de Negev. “Continuaremos a agir até alcançarmos todos os nossos objetivos de guerra — até a vitória completa.”