Uma explosão atingiu, na madrugada desta terça-feira, 12, a fábrica de materiais explosivos Enaex Brasil, em Quatro Barras, na Região Metropolitana de Curitiba. O incidente aconteceu por volta das 5h50 e deixou feridos, desaparecidos e prejuízos em imóveis próximos.
Segundo o g1, o Corpo de Bombeiros estima que 15 pessoas possam ter sido atingidas pela detonação. Sete delas estão desaparecidas. Até o momento, não há registro de mortes.
A intensidade da explosão assustou os moradores. Câmeras de segurança de residências próximas capturaram o momento. O impacto também provocou danos estruturais em casas, comércios e empresas da região.
A fábrica opera 24 horas, o que garante a presença de trabalhadores no local durante toda a madrugada. Segundo a capitã Luisiana, a área afetada armazenava material explosivo e apresentou focos de incêndio depois da detonação. Os bombeiros controlaram as chamas.
🇧🇷💥 Explosão sacode fábrica de explosivos Enaex Brasil em Curitiba
A explosão ocorreu na manhã de hoje (12). Os relatos iniciais dos bombeiros indicam 15 possíveis vítimas, das quais sete estão desaparecidas. pic.twitter.com/aznevquGU7
— Sputnik Brasil (@sputnik_brasil) August 12, 2025
“Existem pessoas dentro da área onde ocorreu a explosão, e ainda verificamos as condições para atuar, porque o risco é muito grande”, disse Luisiana. “Temos sete desaparecidos e deslocamos nosso grupo de operações de socorro tático.”
Municípios vizinhos, como Piraquara, Colombo e Campina Grande do Sul, perceberam a força do impacto. Os agentes ainda não confirmaram a causa da explosão. As autoridades permanecem no local para avaliar a situação e buscar sobreviventes.
Incêndio destruiu setores da PUC, em Curitiba, neste ano
Em abril, um incêndio atingiu um dos blocos da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Paraná, no Bairro Prado Velho, em Curitiba. Na ocasião, as chamas comprometeram duas alas do Bloco Azul, onde funcionava o Tuca, teatro universitário da instituição. Não houve feridos.
Ao todo, o fogo mobilizou 12 equipes do Corpo de Bombeiros, que controlaram a situação em cerca de 30 minutos. A operação rápida impediu que as chamas avançassem para outras estruturas do campus.