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Cidade encontra bombas da Segunda Guerra e evacua população

A cidade de Colônia, na Alemanha, começou a maior evacuação desde o fim da Segunda Guerra Mundial. Na manhã desta quarta-feira, 4, cerca de 20 mil pessoas tiveram de deixar a região diante da descoberta de três bombas não detonadas da época do conflito.

As bombas, de fabricação norte-americana, foram lançadas pelos Aliados há cerca de 80 anos — embora a data exata seja desconhecida. A apuração é da emissora CNN Portugal.

Elas foram encontradas na última segunda-feira, 2, durante obras na margem direita do Rio Reno, e foram desativadas na manhã de quarta-feira por uma equipe especializada do Serviço de Desativação de Explosivos do governo distrital de Düsseldorf.

Região abarcada pela evacuação | Foto: Reprodução/CNN Portugal

Por motivos de segurança, as autoridades estabeleceram uma área de risco com raio de mil metros ao redor do local da descoberta. Toda a região central de Colônia e grande parte do bairro Deutz foram evacuadas, o que afetou mais de 20 mil moradores. 

Colônia foi uma das cidades mais bombardeadas na Segunda Guerra

No site oficial da cidade, informa-se que essa é a maior evacuação desde 1945. O processo engloba áreas como os museus Ludwig e Wallraf-Richartz, além de grandes empresas, como a emissora RTL, que teve de transferir sua programação para estúdios em Berlim.

“A zona de perigo inclui a estação de comboios Messe/Deutz de Colónia, a Arena Lanxess, a RTL, o Centro de Feiras de Colônia, o Hospital Eduardus, dois lares de idosos e a Câmara Municipal”, diz o comunicado publicado no site da cidade. “A Ponte Severins, a Ponte Hohenzollern e a Ponte Deutz estarão fechadas.”

Para garantir a segurança de todos, a polícia ficou autorizada a usar a força caso alguém se recuse a deixar a área voluntariamente.

Apesar da grande mobilização, esse tipo de situação não é incomum em Colônia, uma das cidades alemãs mais bombardeadas durante a Segunda Guerra Mundial. Descobertas de bombas semelhantes aconteceram com frequência nos últimos anos.



Via Revista Oeste

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