A primeira edição do novo e bilionário Mundial de Clubes da Fifa está chegando ao fim nos Estados Unidos, com brilho europeu (como de costume), mas também com participações marcantes de clubes sul-americanos, principalmente brasileiros.
Como vocês bem sabem, quatro representantes do Brasil estiveram em campo: Palmeiras, Flamengo, Botafogo e Fluminense. Cada um viveu sua própria história. Com base no desempenho, aqui vai a minha avaliação final, em notas de zero a dez.
As notas dos brasileiros no Mundial de Clubes

Era o mais badalado antes do torneio, o que mais abriu mão de tudo no Brasil para se preparar. Talvez, por isso mesmo tenha decepcionado tanto. Não venceu nenhum europeu e não fez uma exibição memorável, o que baixa a sua nota.
O time de Abel Ferreira foi burocrático no Mundial de Clubes. Ficou abaixo das expectativas e terminou eliminado por um Chelsea que nem precisou jogar o seu melhor.
Vencer o Chelsea já eleva o patamar da campanha. Apesar da eliminação para o Bayern de Munique, o time rubro-negro conseguiu ser competitivo, sem ser humilhado.
Faltou algo a mais? Faltou. Mas não foi um vexame.
Conseguiu bater simplesmente o PSG, algo que poucos poderiam prever. O problema é que, depois do feito histórico, se encolheu diante do Palmeiras, jogando covardemente e foi eliminado de forma merecida.
Ainda assim, merece aplausos pela ousadia e pela entrega.
A maior nota, com justiça. O Tricolor das Laranjeiras encantou o mundo com atuações corajosas e envolventes.
Dominou o Borussia Dortmund, superou a Inter de Milão e derrotou o poderoso Al-Hilal (time que havia eliminado o Manchester City). Foi a grande surpresa da competição e deixou uma imagem belíssima.