Qualquer amor cura e magoa. Qualquer boca cala e ecoa. Grita e gargalha. Suplica. Conforta. Mas, nada importa. Se o “amar” engana, se o engodo impera. O ódio e o gostar se irmanam. Moram na mesma casa. Dormem na mesma cama. Dois tipos sanguíneos não correm na mesma veia, mas se misturam na mesma vala… De algum sábio por ai…
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Amor que cura
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